Autora: Audrey Carlan
Editora: Verus Editora
Páginas: 135
Ano: 2016
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No segundo volume da série A Garota do Calendário, Mia Saunderes será a musa de um artista francês e viverá experiências que a levarão para um profundo autoconhecimento. Leia a resenha para saber mais.
Aqui você poderá ler a resenha do primeiro volume da série, A Garota do Calendário - Janeiro
Quando o mês de Janeiro terminou, Mia estava com o coração na mão e já sabia que sentiria falta de Wes. No entanto, conseguir levantar a quantia para livrar a dívida de seu pai (um milhão de dólares) sempre foi a sua prioridade. Ao aceitar o emprego, ela tinha em mente que não se apaixonaria nem teria relações sexuais com seus clientes, afinal, não era prostituta e sim acompanhante de luxo. Porém, Wes dificultou as coisas para e além de terem tido relações sexuais, um forte sentimento se instalou em cada um dos dois. Mas Mia segue adiante e Fevereiro lhe traz um novo cliente.
Receosa com o que poderia encontrar, Mia desembarcou no aeroporto de Seattle e foi levada para o local onde passaria suas próximas semanas. Ao chegar, a primeira coisa que notou foi na quantidade considerável de pessoas nuas e nos flashs que disparavam por todos os lados. Ela havia sido contratada para ser a modelo, mas não qualquer modelo, ela seria a musa de um dos maiores artistas, o francês Alec Dubois.
Mia estava admirando um casal, completamente despido, que posava para um dos assistentes do Alec, não percebeu quando ele se aproximou e ao sentir um beijo em seu pescoço assustou-se, causando um belo estrago. Ela acabou provocando um acidente quando a sua bota ficou presa e torceu o tornozelo. Naquele momento, além da vergonha (claro) ela pensou que não seria contratada, mas ele foi extremamente gentil e cuidadoso, deixando claro que o contrato seria mantido
A relação com Alec foi completamente carnal, totalmente diferente do que vivera com Wes e tão profunda quanto. Ela queria saciar a sua vontade e suprir suas necessidades, mas Alec dizia que eles faziam amor e que queria sentir a paixão entre eles. Para Alec, o amor é eterno mesmo quando os amantes não ficam juntos, ele entrega-se de corpo e alma. Alec mostra para Mia que sim, o amor pode ser eterno enquanto dura e durante o mês de Fevereiro eles se amam de milhares de maneiras diferentes e cada um ao seu modo. Mas um dos maiores desafios que Alec enfrenta é fazer Mia amar a si mesma.
Minha impressão
Assim como no primeiro volume, a obra também nos prende nas primeiras páginas e a leitura flui bem rápido, o enredo é tão instigante que eu li o livro em poucas horas e só consegui parar quando cheguei na última página. Não vou negar que senti muita falta de Wes durante a leitura, mas Alec é um francês irresistível e um personagem que surgiu no momento certo na vida de Mia. Quando termina o mês e chega o doloroso momento da despedida, Mia pode ver o resultado do trabalho e fica emocionada com o que vê.
Nesse volume encontramos mais cenas eróticas, o relacionamento desse casal é mais lascivo e Mia conhece novas possibilidades. Um prato cheio para quem gosta de livros do gênero e mesmo para quem não gosta, apesar do certo impacto que teria ao ler, é uma boa dica de leitura pois a história que encontramos vai além das cenas hot.
Livro super indicado!! Que venha o mês de Março (e todos os outros!!!!). Estou curiosa para a leitura e para conhecer o Anthony, um grande empresário no ramo alimentício que a contratou para fingir ser sua noiva, qual será o motivo e que consequências isso vai gerar?
Minha nota para o livro

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