21 de novembro de 2015

[Resennha] Amos e Masmorras

Título: Amos e Masmorras - A Submissão (Volume 01)
Autor: Lena Valenti
Editora: Universo dos Livros
Páginas: 416
Ano: 2015
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*Acervo pessoal


Primeiro volume da série Amos e Masmorras e já deixa o leitor com uma vontade enorme de ler todos os outros. O livro é a introdução da agente Cleo Connelly ao universo BDSM e também nos apresenta o lado policial do história, sim, não é apenas um livro Hot! Tem como pano de fundo uma investigação do FBI, mas leia a resenha que você vai entender melhor.
O livro começa com Cleo Connely, uma policial em Nova Orleans, fazendo o teste para ser agente do FBI, mas por sua sinceridade e impulso, ela acaba sendo reprovada. Sua irmã, Leslie, é uma agente respeitada e está trabalhando em um caso super secreto, as duas são fisicamente muito parecidas e é essa semelhança que leva o FBI, uma ano depois, a procurar por Cleo. 

Leslie estava investigando um caso de tráfico humano, que está escondido por trás de um jogo BDSM (já explico), mas a agente desapareceu e o seu parceiro está morto. As coisas se invertem e agora o FBI pede a ajuda de Cleo para encontrar Leslie, eles apostam que por serem muito parecidas, Cleo terá êxito na missão e despertará interesse, assim como sua irmã, e entrará no torneio Dragões e Masmorras DS.
O torneio Dragões e Masmorras DS é inspirado em um jogo real mas que foi adaptado para o DS, os participantes precisam cumprir tarefas onde podem sofrer punições e castigos severos, tudo envolvendo a prática sexual BDSM. O FBI acredita que o torneio seja uma fachada para o tráfico humano e por isso infiltrou agentes que participarão como amos e submissos, eles estão sendo preparados há algum tempo mas a agente Cleo Connlley terá apenas uma semana para aprender tudo relacionado ao universo e seu instrutor será Lion. 

Lion Romano (ah! Lion) é o amigo de Leslie e seu superior, ele é o encarregado do caso Amos e Masmorras e, por ironia do destino, ele é realmente um amo e é conhecido no meio BDSM como King. O agente Romano é quem indica a Cleo mas não é por acaso, ele a deseja desde... sempre. Nunca chegou a contar suas reais intenções com a jovem, por N motivos, e agora, finalmente, surge a oportunidade perfeita para isso.
Cleo e Lion começam com um treinamento intensivo, ele a ensina a ser a submissa perfeita, ela não tem trava na língua e é difícil domá-la mas, por Leslie, Cleo entra no personagem e dá vida ao seu papel de submissa. Enquanto estão treinando eles buscam informações sobre o torneio, acontece um imprevisto e tudo muda, acredite, TUDO MESMO. 
Minha impressão
Por mais que eu fale, jamais serei justa com o livro, é perfeito! A autora conseguiu colocar tudo na medida certa: erotismo, policial, romance... Acho que só você lendo para entender. 

Cleo é uma mulher decidida e entra no jogo para vencer, ela se dispõe a fazer de tudo para salvar a sua irmã. Lion também não alivia para a jovem e dá um treinamento puxado. Mas por dentro o King tem um coração mole, ele só se faz de durão para poder disciplinar a Cleo. Os dois ficam em um jogo de gato e rato, ninguém dá o braço a torcer e isso faz com que a trama se desenvolva maravilhosamente bem. 

Amos e Masmorras é um livro surpreendente, não apenas pelas cenas hot (viciantes), mas pelo seu conteúdo. Eu já tinha uma certa expectativa com a leitura e todas foram superadas. Quanto ao final... Ai, meu coração ficou destroçado!


Minha nota para o livro

Eu quando terminei de ler :(
Só preciso deixar minha opinião sobre Amos e Masmorras X 50 Tons de Cinza: Perto desse livro, a trilogia 50 Tons é fichinha. Não me entenda mal, sou louca pela trilogia, Sr Grey e Ana sempre terão um lugarzinho no meu coração. NO entanto, para quem nunca leu nada sobre BDSM ao ler pensa: Ó, que livro! (eu também pensei) Mas depois de ler Amos e Masmorras, afirmo com todas as letras que 50 Tons não mostra nem metade do que deveria. O enorme sucesso é por causa do romance bonitinho entre os protagonistas, mas a verdade é que  as cenas hot são muito repetitivas e monótonas (AMOS E MASMORRAS NÃO É ASSIM). Eu li os três e pulava as cenas eróticas, simplesmente por terem enchido a paciência, mas a história do Grey e da Ana é boa. Amos e Masmorras é totalmente diferente, a Cleo não é mimizenta, o Lion não é um ferrado que usa o sexo para tudo e não tem aquela coisa da mocinha tentando salvar o mocinho, é muito diferente, isso sim é um livro pra gente grande. Pronto, falei.

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