Até que a morte nos separe | O que achei da leitura

2 de setembro de 2026

Wendy e Thom Graves estão casados há muitos anos e construíram a imagem de uma família aparentemente perfeia. Mas tem algo que as pessoas não sabem, a esposa quer matar o marido.

E ela não está apenas pensando nisso, ela coloca em prática e empurra o marido pela escada logo nas primeiras páginas. E, então, o autor usa um recurso narrativo diferente e começa a voltar através dos anos, capítulo a capítulo, indo cada vez mais em direção ao passado para chegarmos ao começo de tudo.

Os capítulos nos levam para uma parte diferente da vida dos dois e revelam acontecimentos que ajudam a compreender como aquele casamento foi construído moldado. Passamos a conhecer a intimidade do casal e suas particularidades também. 

Um thriller psicológico com muitos segredos e personagens cheios de camadas. Para atravessamos por elas e descobrirmos suas verdades é preciso ler até o final. 

A premissa em si me chamou atenção e adorei a ideia do livro, no entanto, o desenvolvimento, para mim, deixou a desejar. Além da queda no ritmo, detalhes excessivos tornaram a leitura cansativa.

Mas isso é só uma questão pessoal, porque a história realmente é interessante. A minha questão foi que eu esperava encontrar uma coisa e me deparei com outra. Gostei do livro? Gostei, mas talvez se eu não tivesse começado com expectativas de uma leitura viciante e eletrizante eu pudesse ter tudo uma experiência completamente diferente.

Enfim, é uma leitura que eu recomendo, sim. Vale a pena conhecer a história e saber o que aconteceu. Mesmo que eu tenha tido algumas ressalvas, gostei, achei um bom livro.


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